Descubra que tipo de professor você é quando chega o fim do bimestre, fechamento de notas… socorro!

 

Estamos na reta final do ano de 2018. Sim, é só você piscar e novembro já acabou, as férias escolares começam a dar as caras. Amém? Amém! E, por mais que ano tenha sido produtivo, certamente houve desgaste ao longo desse processo. Sabemos que a vida de professor é uma correria que só. A tarefa de ensinar demanda muita dedicação, paciência, amabilidade e é a profissão primordial na construção de uma sociedade coesa. Apesar de toda essa responsabilidade sob os ombros, como você tem lidado com essas demandas? Descubra qual vem sendo suas reações nesse caminho rumo ao fim do ano letivo. Que tipo de sobrevivente é você?

 

1- Estou em paz

Uma pilha de livros de português na direita, as provas de física à esquerda para serem corrigidas após o almoço daquele domingo – que você gostaria de estar descansando, mas tudo bem -, e as notas de geografia precisam ser lançadas no sistema ainda no mesmo dia. “Pode cair o mundo, estou em paz”, pleníssimo! Até porque “não são algumas provas que vão me abalar, não é mesmo?”. Esse professor sobrevivente não se deixa abalar por nada. Um aluno pode até gritar na sala de aula que ele estará com o olhar sereno. Claro que ele espera ansiosamente pelas férias, mas sabe que o tempo, todos os dias, é o mesmo. Não tem como retardá-lo ou antecipá-lo, contudo, utilizá-lo da melhor forma é a opção mais coerente.

 

2- Por fora, pleno! Por dentro, misericórdia…

Antes de sair de casa ele precisa estar impecável. “Até porque a vida é uma passarela que precisamos encarar de pescoço erguido e o que vier de fora pode não ser motivo para se descabelar. Esse professor utiliza a técnica de transparecer plenitude para não sentir os fortes impactos do desespero interior. Só para equilibrar um pouco, né? Ele sempre vai chegar com aquele olhar focado e a aparência em perfeito estado deixando as pessoas ao redor com a expressão de “que?” bem estampada no rosto. Entretanto, de que adianta estar com toda essa paz estampada se no interior há uma tempestade? Que tal sentar e analisar as prioridades? Cuidar do interior é tão importante quanto cuidar do exterior.

Para deixar a alma mais leve leia “Crônicas para ler e pensar”

 

3- Ih… morreu!

Esse é o professor que assumiu que “realmente não está dando, pessoal”. Chega uma hora parece que nenhuma motivação vai funcionar porque já está no limite. Ele dorme sempre que encontra um local para encostar, já que parece que não há tempo para nada mais além de trabalho, trabalho e trabalho. Ei! Você precisa de uma parada para respirar sim! E outra, mais importante que o trabalho e a correria, é sua saúde. Sempre que estiver achando que a cabeça vai explodir, respire dez vezes profundamente e coloque a cabeça no lugar. Dessa forma, alimente-se bem, faça exercícios físicos  para descarregar todo o estresse. Aliás, você só irá sobreviver bem se cuidar da sua saúde!

Fome física x Fome emocional: comemos alimentos ou emoções? 

 

4- “Hehehehe”, rindo de nervoso, mas rindo

Onde ele passa muitos sorrisos são distribuídos. “Até porque rir é o melhor remédio!” Quando se fala em otimismo, é dessa pessoa que estamos tratando. Ela anima os que estão ao redor e faz com que fiquem motivados a fazer as tarefas mais dispostos do que quando chegaram no expediente. Rei/rainha das piadas, não deixa escapar nenhum momento. Quando os alunos entram na sala de aula, sentem um ambiente leve e até chegam a acreditar que as provas serão extintas (coitados!). Para esse professor, pequenas doses de alegria são essenciais para que cada dia seja “sobrevivível”. Dessa forma, para que continue inspirando outros, não deixe de estar feliz consigo mesmo!

 

5- Alguém falou “NATAL”???

“Para que se estressar se o Natal está chegando?” Para ele, pensar nessa data é a motivação mais forte para continuar. Qualquer momento livre já está ouvindo melodias natalinas. Já está pensando nos presentes para a família, o que vai comer na ceia, quanta gente vai rever e como vai ser divertido. Está vivendo no futuro para melhor lidar com o presente. Esperança que chama, né? Na cozinha de casa tem um calendário com a contagem regressiva para o dia 25 de dezembro e nessa altura do campeonato, sua visão só está direcionada para as futuras festividades. Mas aqui fica um conselho: não esqueça que o presente é uma dádiva!

Para você: o livro Sonhe Alto

 

E aí, descobriu que tipo de sobrevivente é você? Conta para a gente ;) !