Pombos são aves comuns na paisagem urbana. Vivem de 15 a 30 anos na natureza, mas nas cidades seu tempo de vida é reduzido (3 a 5 anos), devido a doenças provocadas pela alimentação não natural e ao desequilíbrio de sua população.

No ambiente urbano, esse tipo de ave abriga-se geralmente em locais altos como torres de igrejas, forros de telhados, topos e beirais de edifícios, vãos de instalações de ar condicionado, etc. Escolhem esses locais de modo que possam usa-los como abrigo e ponto de observação da vizinhança e da fonte de alimento. Por isso, estabelecem-se num raio de, no mínimo, 200 m de locais onde ha fartura de alimento.

As aves jovens são alimentadas pelos pais com leite do papo e os grãos são introduzidos em tamanhos crescentes. Comem restos de alimentos como arroz cru ou cozido, pão, ração de animais, sementes a beira das rodovias e sementes recém-lançadas nas plantações. Quando na natureza comem também insetos, vermes, frutos e sementes de árvores e plantas. Apesar de não mostrarem agressividade ao ser humano, os pombos são nocivos, pois transmitem diversas doenças (veja o quadro “doenças transmitidas por pombos”). Apesar de o número de pombos ser quase incontável, há diversas medidas de prevenção que podem ser tomadas para que a convivência com essas aves não afete nossa saúde. Veja a seguir:

cuidados_pombos

 

 

Fonte: Revista Vida e Saúde – Julho de 2014